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Ferramenta online gratuita

Gerador de CPF, CNPJ e Nome para Teste

Gere dados fictícios para testes de formulários, sistemas, cadastros e ambientes de desenvolvimento. Os dados são criados automaticamente no seu navegador.

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Use apenas para testes Os dados gerados são fictícios e não devem ser usados para se passar por uma pessoa ou empresa real, realizar cadastros indevidos ou praticar fraude.

Gerar dados fictícios

Escolha o formato e gere os dados que precisar.

Formato
CPF fictício -
CNPJ fictício -
Nome fictício -
CPF e CNPJ são gerados com dígitos verificadores matematicamente válidos, mas não representam necessariamente registros existentes.

Para que serve um gerador de CPF e CNPJ

Desenvolvedores, testadores e equipes de suporte precisam preencher formulários com documentos que passem na validação, sem usar dados de pessoas reais. É para isso que a ferramenta existe: testar cadastros, integrações, ambientes de homologação e treinamentos de sistemas.

Os números gerados são matematicamente válidos, ou seja, têm os dígitos verificadores corretos. Isso não significa que estejam registrados na Receita Federal.

Como o CPF é validado

O CPF tem 11 dígitos: 9 formam a base e os 2 últimos são dígitos verificadores, calculados a partir dos anteriores. É assim que um sistema percebe um número digitado errado.

Exemplo com a base 123.456.789

1º dígito: multiplique os 9 números pelos pesos 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3 e 2 e some:
1×10 + 2×9 + 3×8 + 4×7 + 5×6 + 6×5 + 7×4 + 8×3 + 9×2 = 210.
O resto de 210 ÷ 11 é 1. Quando o resto é menor que 2, o dígito é 0. Caso contrário, é 11 menos o resto. → 0

2º dígito: repita com os 10 números (incluindo o 0) e os pesos de 11 a 2. A soma dá 255, o resto é 2, e 11 − 2 = 9

Resultado: 123.456.789-09

Curiosidade: o 9º dígito indica a região fiscal onde o CPF foi emitido. Por exemplo, 8 é São Paulo, 7 é Rio de Janeiro e Espírito Santo, 6 é Minas Gerais e 0 é Rio Grande do Sul.

CPFs com todos os dígitos iguais, como 111.111.111-11, passam na conta, mas são recusados pelos sistemas e pela Receita. Um bom validador precisa bloqueá-los à parte.

Como o CNPJ é validado

O CNPJ tem 14 posições: as 8 primeiras identificam a empresa, as 4 seguintes indicam o estabelecimento (0001 costuma ser a matriz) e as 2 últimas são os dígitos verificadores. A lógica é a mesma do CPF, mudando os pesos.

Exemplo com a base 11.222.333/0001

1º dígito: pesos 5, 4, 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3 e 2. A soma é 102 e o resto da divisão por 11 é 3, então o dígito é 11 − 3 = 8

2º dígito: pesos 6, 5, 4, 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3 e 2, já com o 8. A soma é 120 e o resto é 10, então o dígito é 11 − 10 = 1

Resultado: 11.222.333/0001-81

Atenção ao novo CNPJ alfanumérico

Desde 31 de julho de 2026, a Receita Federal passou a emitir CNPJs com letras e números nas 12 primeiras posições para novas inscrições. Os dois dígitos verificadores continuam numéricos, e os CNPJs já existentes não mudam. Se você mantém um sistema, revise campos e validações que aceitam apenas números, porque eles vão recusar CNPJs válidos.

Uso responsável

Use os dados gerados somente em testes. Por acaso, um número gerado pode coincidir com o CPF de uma pessoa real. Usar documentos falsos em cadastros reais, compras, abertura de contas ou para se passar por outra pessoa pode configurar crime.

Perguntas frequentes

O CPF gerado pode ser consultado na Receita?

Não deve ser. Consultas reais vão indicar que o número não existe ou, por coincidência, trazer dados de outra pessoa. Para testar integrações com a Receita, use os ambientes de homologação oferecidos pelo próprio serviço.

Os nomes gerados são de pessoas reais?

Não. São combinações aleatórias de nomes e sobrenomes comuns, feitas para parecer realistas em telas de teste.